miércoles, 20 de mayo de 2015

O dilema da Amazonia: capitalismo extremo, protecionismo o decrescimento eco-sustentavel?


A bacia do Rio Amazonas, de aproximadamente 7 milhões de kilómetros quadrados de extenção, é a bacia hidrográfica mais extensa do planeta.
O Rio Amazonas, rio dos records por excelência (em longitude, com uns 6992 kilómetros e em caudal, aprox. 300.000 m3/s no seu estuário), transporta as águas de uns 10.000 rios entre os quais 20 são grandes afluentes, cada um de 1000 kilómetros de largo. A bacia Amazónica está politicamente dividida entre 6 paises: Brasil, (64% de toda a área), Perú, Bolívia, Colômbia, Ecuador e Venezuela.
O interior da grande bacia compreende ao eco-sistema Amazónico, ou bem dizer o conjunto de biomassa da selva alta, selva pluvial tropical e pradaria amazónica. A extenção de este especial e delicado eco-sistema e de aprox. 5 milhões de kilómetros quadrados onde vivem ao redor de 30 milhões de pessoas (23 milhões sômente na Amazonia brasileira).
A Amazonia desde o começo da colonização europeia (fundação de Santa Cruz, 1561, pelos Espanhóis, e de Belém, 1616 pelos Portugueses), tem sido considerada pelos respectivos paises que possuiam, outras tantas de suas áreas como uma terra para explorar com a finalidade de extrair recursos para vender no mercado internaciona. Este enorme território foi explorado inicialmente para a produção de café, cacau, algodão, e fumo. Mais tarde finalizado o século XIX, o movimento da exploração intensiva da Amazónia e de seus indígenas (ver o caso Arana), foi a demanda mundial da borracha.
No século XX continuou a expansão de capitalistas e proprietários de terras que utilizaram as terras para enriquecer-se sem medidas, sem considerar as exigências de um desenvolvimento harmónico e sustentável.
No caso da desflorestação massiva causada por grandes produtores da soja, e pequaria no Brasil, que em alguns casos tem controlado a estados como por exemplo: Mato Grosso.
Em outros casos por exemplo enormes porções de terras na Amazonia foram outorgadas a companhias petrolíferas Estado Unidenses, como o caso da Chevron Texaco (ver meu artículo: Amazonia a nova fronteira da exploração petrolífera mundial).
Hoje no século XXI, o pais dominante de Sud América é o Brasil, e a ele se atribui, qualquer decisão económico-político que pertence ao eco-sistema amazónico em sua totalidade.
Brasil que é já a sexta potência mundial (produto interno bruto a preços nominais), está investindo em faraónicos projetos de infra estrutura que estão mudando a Amazónia, com grandes riscos para o eco sistema aos indígenas que moram nêla: fora os riscos futuros em geral. É o caso da represa de Inambarí no Perú, das duas represas no Rio Madeira, e do Belomonte no Rio Xingú, estruturas construidas não tanto para abastecer de eletricidade a baixo preço para Amazonia, más para alimentar as empresas do rico Sud do Brasil como São Paulo, e outros estados limítrofes.
Outros colossais projetos, como a Rodovia Trans-Amazónica (BR-230), que deveria dividir a selva transversalmente para unir o noroeste do Brasil com Benjamim Constant (a fronteira com Perú e Colombia), com o propósito de encontra-lhes logo uma saida a Ecuador e depois ao Océano Pacífico aos produtos de exportanção brasileiros, e a controvertida carreteira do TIPNIS (Bolivia Amazónica), financiada com fundos brasileiros, fazem duvidar se ofereceram um beneficio a população que vive na Amazonia ou si serão de utilidade para grandes grupos económicos, que exportam materias como biomassa, soja o produtos minerais.
A Amazonia Colombiana ocupa o territorio de 483.000 kilómetros quadrados e dos grande afluentes do Rio Caqueta e o Rio Putumayo (Rio Içá). Por um breve percorrido, (aprox. 100 kilómetros) o mesmo Rio Amazonas corre em território colombiano, de Puerto Nariño a Leticia, (fronteira com Perú e Brasil).
A economia dos habitantes da região (menos de um milhão) baseia-se na pesca, na agricultura de sua subsistência e na da desflorestação. Também nesta parte da Amazonia se estão aproximando grandes grupos económicos que geralmente não prestam atenção as necessidades da população local; hoje existem alguns grupos petrolíferos estrangeiros e nacionais que operam nos departamentos de Putumayo e Caquetá.
Existem varias atividades de extração tanto de ouro como de outros minerais raros, como por exemplo, o estratégico coltan (departamentos de Vaupés e Guainia) que causam muitas vezes problemas de contaminação dos rios com os seguintes traumas para a população local e indígenas.
Na Amazonia Colombiana pelo outro lado, existe um problema extra em respeito a os demais paises da área: grandes zonas da terra virgem, estão por infortúnio controladas por grupos armados ilegais que exploram o solo seja para a produção de folhas de coca e comercialização de cocaina, como também para atividades mineras ilegais e fortemente contaminantes. Tudo isto causa danos irreparáveis do eco sistema Amazónico aos indígenas e colonos, obrigados a viver muitas vezes a margem de verdadeiras guerras não divulgadas.
O quadro global que resulta de esta analises é uma Amazonia ferida, as vezes pelos grupos económicos legais, que mantem somente um objetivo de lucro, sem ouvir as reclamações das populações autóctonas; outras vezes por grupos de poder oculto, e ilegal, que perseguem fins lucrativos pisando mais ainda as necessidades e exigências das populações locais.
Nos centros políticos e económicos dos paises Sud Americanos que possuem parte da Amazonia, estes problemas não são vistos como prioridades.
Em Bogotá, por exemplo, e também em Lima ou em São Paulo , a Amazonia parece distante, e seus problemas passam a serem secundários em respeito a problemas normais de um pais: desocupação, pobreza, seguridade.
De vez enquanto le-se nos jornais locais que a deflorestação continua, e que a bio diversidade está ameaçada, mas ninguém compreende realmente a magnitude do problema, "Amazonia". Poucos percebem que si se pudesse administrar de modo consciente muitos problemas terminariam de afligir os paises Sud Americanos.
Teria necessidade, como prioridade, unir os seis paises amazónicos podendo chegar a uma conclusão importante.
Em primeiro lugar dar a conhecer a realidade amazónica aos cidadãos dos paises em questão, que comummente ignoram ou a passividade toma conta das mentes, ou deixam-se envolver em falsas noticias de difícil comprovação.
Em segundo lugar orientar os governos que as vezes atuam políticas equivocadas.
Por ejemplo: dar em concessão imensas áreas para a exploração petrolifera sem dar ouvidos a opinião dos nativos (como no caso do Bagua, no Perú), ou construir rodovias através reservas ecológicas, (como também no caso do TIPNIS), que o resultado é desesperadamente prejudicial ao ambiente e a população local.
Podemos dizer que apesar da proteção ambientalista e indigenista, não temos uma resposta acertada ao grande problema, "Amazonia". 
Temos notado de fato que no Brasil numerosas e enormes "terras indígenas" não tem diminuído conflitos internos, ao contrario tem intensificado (ver articulo sobre a terra indígena Raposa Serra do Sol) .
A solução poderia ser uma administração eco-sustenível, dirigida a incentivar as produções locais com a óptica decrescente e contingência as exportações de produtos crus (petróleo, carvão, minerais raros, soja , biomassa) que até estes dias tem tido somente lucro para os poderosos grupos industriais privados, (no geral estrangeiros), favorecendo uma gradual distribuição de terras a classes menos abastadas, ensinando as mais avançadas técnicas de agricultura biológica .

YURI LEVERATTO
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